Luciene Ferrari: Oi Jana, tudo bem? Assim, queria uma coisa de ti, se puder me ajudar. Tô fazendo uma matéria sobre 2012, aquele lance da profecia maia para a Revista Tri, onde trabalho. Tô coletando umas declarações de pessoas sobre isso. O que pensam/sabem sobre e se acreditam que algo pode mesmo acontecer. Será que tu pode me dar um depoimento também? Preciso de um texto curto, de algumas linhas só, com tua opinião e tal. Se puder me ajudar agradeço..
ViaJana
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Profecia Maia - 2012 está chegando...
Luciene Ferrari: Oi Jana, tudo bem? Assim, queria uma coisa de ti, se puder me ajudar. Tô fazendo uma matéria sobre 2012, aquele lance da profecia maia para a Revista Tri, onde trabalho. Tô coletando umas declarações de pessoas sobre isso. O que pensam/sabem sobre e se acreditam que algo pode mesmo acontecer. Será que tu pode me dar um depoimento também? Preciso de um texto curto, de algumas linhas só, com tua opinião e tal. Se puder me ajudar agradeço..
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
O cara do ônibus
Sinopse: Uma paixão à primeira vista dentro de um ônibus pode se tornar uma amor à segundo beijo em um bar. Taquicardia? Sudorese? Gagueira? Com o tempo tudo isso passa.
I
Estendo o braço para fazer o motorista me enxergar e fazer o ônibus parar, descobri essa nova linha ontem e ela me deixa mais próximo do meu trabalho, agora não preciso caminhar mais as oito quadras até a parada de ônibus. Muito melhor. Passo a roleta. Tem tanta gente. Pelo menos mais gente do que da outra linha.
- Pelo menos pessoas bonitas são o que me parece - rio sozinha.
Engravatados e mulheres bem maquiadas. Há perfume bom aqui. Vou em direção ao fundo e me sento ao lado de uma dessas mulheres de saia até o joelho, que usam meia-calças faça verão, faça inverno e digamos de passagem que está fazendo um calor bem grande para outubro.
Na contralateral, sentado no corredor, tem um cara que me chama a atenção: no meio de tanta gente na estica, alguém se veste casualmente. Tento desviar os olhos algumas vezes, mas me paro observando: o único de branco no meio de tanto preto, coincidentemente, também estou de branco, já que trabalho de jaleco, fica bem mais fácil de colocar branco sobre branco. Somos os únicos de jeans e tênis branco também. Outra coincidência. Ele está carregando um canudo desses de quem desenha, pode ser que ele seja um designer ou talvez um arquiteto com seus projetos.
Tem as mãos delicadas de quem desenha. Deve ser designer. Gosto daquele tipo de mãos longas em homens; passa-me uma sensação de uma sutil delicadeza e ao mesmo tempo uma habilidade de quem pode tocar um instrumento musical, manusear um bisturi cirúrgico ou algo muito minucioso. O cara tem uma barba ruiva, ou pelo menos parece ruiva aos meus olhos, esses meus óculos de sol às vezes me enganam quanto a realidade.
Está chegando perto do shopping, essa é a parada dele. Acho que ele retribuiu meu tímido olhar e dentro do peito sinto uma certa inquietação misturada com adrenalina que faz subir até a garganta. Deve ser minha imaginação à mil. Tchau cara do ônibus, tão lindo, amor de meia hora.
II
Depois de três meses pegando o mesmo ônibus, às vezes, vendo o cara do ônibus com amigos; outras vezes, sozinho; não consigo disfarçar mais as minhas olhadas, quando me pego observando, rapidamente tendo disfarçar e tentar achar alguma loja mais interessante para olhar na avenida através da janela. E então fico fantasiando:
- Será que ele também está me olhando? Ou será que ele está olhando pro além, perdido em pensamentos?
Estou seriamente achando que ele está retribuindo os olhares, em alguns dias; porém quando ele olha de volta tenho taquicardias e sudorese nas mãos, abaixo a cabeça e sinto um rubor nas bochechas.
- Será tudo fruto da minha imaginação?
Palpitações!
III
Hoje entrei no ônibus, decidida que vou lhe entregar um cartão de visita com meu número de celular. Acotovelo-me entre gravatas e saltos altos, chego perto, esperando a moça de terminho descer na parada que eu já decorei que ele sempre desce; respiro; penso:
- Se eu for falar qualquer coisa, vou acabar gaguejando, melhor só entregar o cartão. A parada que ele desce é a próxima. Pare de tremer. Pare de suar. Finja naturalidade. Entrego o cartão ou não? Coragem, já chegou até aqui, agora entregue.
Impulso!
Entrego o cartão. O cara do ônibus olha o cartão, sem saber o que fazer e agradece de uma maneira que não sabe se está interrogando ou exclamando:
- Obrigado?!
Ele desce do ônibus. Desaparece. No mesmo dia me manda uma mensagem de texto pro meu celular para eu adicioná-lo em uma rede social.
Bingo!
- É arquiteto, não disse? É foi mais ou menos o que imaginei, parece simpático, mas está sem tempo hoje para conversar. Droga.
IV
Passado um dia, pego um ônibus errado, de nervosa para não encontrá-lo.
- Iria falar o que? Gaguejar de nervoso? Não.
Parei não sei aonde e me mandaram dobrar à direita que logo chegaria na avenida e me acharia. Ainda bem que é sexta-feira, assim não preciso ver ele amanhã também.
- Que vergonha. O que eu fui fazer?
No sábado começamos a conversar às 20 horas, com muitas coisas pra falar, descobrimos até amigos em comum. Como ele é legal, temos algumas coisas em comum, papo de banda, papo de computador, papo de esportes, papo que não tem fim. Olho no relógio do computador e são 4 horas da manhã.
- Nossa, como o tempo voou! Já está quase pra amanhecer. - assim nós dois concordamos.
Ele diz que deveríamos ter saído para ter conversado ao vivo e eu fico pensando que foi melhor assim porque assim evitei a minha gagueira nervosa e a minha falta de jeito com pessoas que desconheço.
Combinamos um bar para o próximo dia, assim como eu; prefere bares às discotecas, shows ao vivo a baladas com apenas música no som. Um bar é uma excelente escolha para poder conhecê-lo melhor.
V
Domingo é o dia, e o cara vai vir para me buscar em casa e eu já comecei a ficar nervosa na espera. Me mandou uma mensagem que está quase chegando. Quando entrei no ônibus fiquei muda ao seu lado, porém, ele reagiu naturalmente conversando, perguntando se eu estava bem, deve ter visto as minhas mãos nervosas, me tremendo um pouco.
- Está tudo bem sim. - respondo sorrindo, olhando com olhos tímidos.
VI
No bar, papo rola solto graças a uns bons copos de chopp que eu já tomei, ele pediu água com gás, limão e gelo; o que me deixou ainda mais nervosa, então, pedi algo com álcool para destravar a língua.
Papo. Papo. Papo. Como falamos de tudo.
- Será que ele gostou de mim?
Chego perto demais e agora dei um beijo nele.
- Putz. Não gostei! - falo alto no ápice da minha sinceridade alcoólica.
Ele olha e exclama:
- O que?
Então ele me beija de verdade e é o melhor beijo do mundo.
- Será que vale dizer que foi amor à segundo beijo? - suspiro em pensamento.
Saímos de mãos dadas. Esse é o cara do ônibus, nem acredito, é uma pessoa tão bacana e me parece ser super do bem. Deixa-me em casa como um bom cavalheiro.
VI
Segunda-feira, dia agourento como as pessoas costumam descrevê-lo, porém um dia especial para o que já havíamos combinado para depois do trabalho: um jantar na minha casa. Ele está trazendo as coisas dele junto, já traz seus filmes, seus pertences e suas intenções. E eu não sei exatamente a razão ou sequer a explicação dessa coisa toda, mas sinto que o embarque nesse ônibus vai levar a um belo lugar com a companhia perfeita para uma longa viagem.
VII
- Alô amor, sei que você deve estar envolvido na construção, mas também sei que estou com desejo daquele croissant de goiaba e queijo que só a padaria da esquina do escritório sabe fazer, por favor, vai até lá e traz uns quatro para mim. Tem mais alguém escalando o sofá para falar no telefone aqui.
- Papai, "quelo" um "clossan" também.
- Tá bom, um croissant para essa baixinha aqui também. Te espero com a janta pronta meu amor. Beijo. Te amo!
- Você tem uma mensagem na secretária eletrônica. Ouvir agora?
Conto escrito para o Concurso "Eu Amo Escrever" da Loja Cantão em parceria com a Editora Livros Ilimitados.
http://www.li3.com.br/clientes/euamoescrever/conto.php?cara-do-nibus&p=4e5465f1229ff
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Aqueles besouros, The Beatles
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Os Sobreviventes
[...] coração, explode junto comigo, depois virava de bruços e chorava no travesseiro porque naquele tempo ainda tinha culpa nojo, vergonha, mas agora tudo bem. Não que fosse amor de menos, você dizia depois, ao contrário, era amor demais, você acreditava mesmo nisso? Não tenho nada contra decadentes em geral, não tenho nada contra qualquer coisa que soe a: uma tentativa. Peço cigarro e ela me atira o maço na cara, com que joga um tijolo, ando angustiada demais, meu amigo, palavrinha antiga essa, angústia, duas décadas de convívio cotidiano, mas ando, ando, tenho uma coisa apertada aqui no meu peito, um sufoco, uma sede, um peso, não me venha com essas história de atraiçoamos-todos-os-nossos-ideais, nunca tive porra de ideal nenhum, só queria era salvar a minha, veja só que coisa mais individualista elitista, capitalista, só queria ser feliz, cara.
Podia ter dado certo entre a gente, ou não, afinal você naquele tempo ainda não tinha se decidido... A gente aqui, mastigando essa coisa porca sem conseguir engolir nem cuspir fora em esquecer esse gosto azedo na boca. Já li tudo, cara, já tentei macrobiótica, psicanálise, drogas , acupuntura, suicídio, ioga, dança, natação, Cooper, astrologia, patins, marxismo, candomblé, boate gay, ecologia, sobrou só esse nó no peito, agora o que faço? Claro que você não tem culpa, coração, caímos exatamente na mesma ratoeira, a única diferença é que você pensa que pode escapar, eu quero chafurdar na dor deste ferro enfiado fundo na minha garganta seca, me passa o cigarro, não estou desesperada, não mais do que sempre estive, não estou bêbada nem louca, estou é lúcida pra caralho e sei claramente que não tenho nenhuma saída, não se preocupe, depois que você sair tomo banho frio, lente quente com mel de eucalipto e gin-seng, depois deito, depois durmo, depois acordo e passo uma semana a ban-chá e arroz integral, absolutamente santa, absolutamente pura, absolutamente limpa, depois tomo outro porre, cheiro cinco gramas, bato o carro numa esquina ou ligo para o CVV às quatro da madrugada e alugo a cabeça dum panaca qualquer choramingando coisas do tipo preciso-tanto-de-uma-razão-para-viver-e-sei-que-esta-razão-só-está-dentro-de-mim-bababá-bababá, até o sol pintar atrás daqueles edifícios, não vou tomar nenhuma medida drástica, a não ser continuar, tem coisa mais destrutiva que insistir sem fé nenhuma? Passa devagar a tua mão na minha cabeça, no meu coração, eu tive tanto amor um dia, pára e pede, preciso tanto, tanto, tanto, bicho, não me permitiram, então estendo os dedos e ela fica subitamente pequenina apertada contra meu peito, perguntando se está mesmo muito feia e meio puta e muito velha e completamente bêbada, eu não tinha essas marcas em volta dos olhos, eu não tinha esses vincos em torno da boca, eu não tinha esse jeito de sapatão cansado, e eu repito que não, que está linda assim, desgrenhada e viva, ela pede que eu coloque uma música e escolho o Noturno número dois em mi bemol de Chopin, quero deixá-la assim, dormindo no escuro, sobre este sofá, ao lado das papoulas quase murchas, embalada pelo piano remoto como uma canção de ninar, mas ela se contrai violenta e pede que eu ponha Angela outra vez, então viro o disco, amor meu grande amor.
Retirado do conto "Os Sobreviventes" do livro "Morangos Mofados" de Caio Fernando Abreu
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
O que você quer? Está preparado?
Então se pergunte: o que você realmente quer? E você está preparado para assumir esse pedido?
Por experiência própria e ultimamente por ver a reação das pessoas com a realização de seus próprios pedidos, tenho me feito muito essas duas perguntas.
E os exemplos brotam na minha cabeça como num filme, cenas de como as pessoas tem medo das mudanças, eu também tenho medo de mudanças. Mas tento encara-los, deixando a adrenalina percorrer por todo meu corpo e me impulsionar para fazer meu próximo pedido.
A resposta para essas duas perguntas no meu caso são as seguintes: quero amor e paz no meu coração; quero ser desejada como amiga, como companheira e como amante; quero ser admitida para os quatro ventos como uma pessoal especial; quero sr aceita na família; quero ter minhas opiniões respeitadas; e por fim não querendo pedir muito, quero ser amada.
Se não for assim, não está bom pra mim; porque talvez a resposta da segunda pergunta venha aqui: estou preparada para assumir esse meu desejo; depois de tantos calos no meu coração, de tantos corações partidos que deixei pelo caminho porque eu não estava pronta; depois de tantos anos consegui ficar pronta e compreender que se uma pessoa te quer e está pronta ela esperará o tempo que for preciso para ter seu coração e não sairá simplesmente procurando um próximo companheiro; essa pessoa poderá estar do outro lado do mundo e querer que todo esse mundo saiba que você exista; essa pessoa pode até não te conhecer tão bem mas ela simplesmente sabe o que quer e está preparada te esperando.
E aí? O que realmente você quer? Você está preparado para o que anda planejando?
sábado, 6 de novembro de 2010
Um Beatle em Porto Alegre, eu vou!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
1ª Rocktoberfest
Rocktoberfest: o nome diz tudo, uma festa típica com muito chopp pra dançar ao som do rock 'n' roll. Será na sexta-feira, dia 1º de outubro de 2010, no salão principal da Affi (Assossiação dos Funcionários da Fidene) em Ijuí - RS. A Affi fica em frente à Afucotri. O som ao vivo fica por conta das bandas Excellence e The Lucas. Na discotacagem estarão eu [Jana Santiago], Maurício Rocha e Ricardo Librenz. No som estarão a Profissom.com (com a estrutura de PA) e a CD Lândia (com a estrutura de palco), somando 10.000W R.M.S. de potência com qualidade pra ninguém colocar defeito. Os ingressos antecipados podem ser encontrados na loja Comando Jovem e na CD Lândia no valor de R$ 10,00. A festa tem o apoio do Ijuí Rock Clube e é uma promoção do Rockijui.com.
RockIjui.com: Jana, fale um pouco de suas preferências musicais.Jana: Desde pequena fui influenciada pelos gostos da minha família: Beatles e Jovem Guarda. Aos 6 anos quando comecei a cantar foi naturalmente Roberto Carlos, Titãs e Paralamas do Sucesso. Na adolescência fui atacada em massa pela Legião Urbana como todo jovem de 12 anos que tivesse na sua galera um violeiro. Quase indo pra faculdade quem invadiu meu mundo foi a MPB e o samba-rock, destaque para Elis Regina, Jorge Ben e Chico Buarque. Formando minha banda (Maria Bolacha), além dessas últimas influências somou-se novamente meu lado roqueira: TNT, Cascavelletes, Ramones, B.B. King, Beatles e Rita Lee. Ou seja, misturou rock 'n' roll puro com samba, com punk, com blues em voz feminina. Tá feito a arte!
Se tivesse que citar apenas 5 bandas/artistas como as (os) melhores de todos os tempos, quais seriam?
5 bandas: The Beatles, The Rolling Stones, Led Zeppelin, Mutantes e Novos Baianos. 5 artistas: Elvis Presley, Janis Joplin, Chico Buarque de Hollanda, Rita Lee e Elis Regina.
E hoje, o que tu mais tem ouvido?
Som dos anos 50, 60 e 70, destaco Little Richard, Jimi Hendrix e Rita Lee e Tutti- frutti, respectivamente. E algumas bandas da nova geração do rock gaúcho: Vera Loca, Cartolas, Valentinos, Pública, Identidade Rock e Izmália.
E sobre seu set list na Rocktoberfest, pode nos adiantar alguma coisa?
Como boa feminista, vou botar a mulherada tocando na vitrola: Janis Joplin, Joan Jett, Rita Lee, Loius Prima. Mas também os grandes clássicos do rock dos anos 50 aos 70. Acho que durante essa entrevista deixei várias pistas do que vai rolar, então, coloque "Johnny B. Goode" do Chuck Berry pra tocar, pegue sua caneca de chopp e "let's go baby" pra 1ª ROCKtoberfest.
domingo, 26 de setembro de 2010
Inércia versus Felicidade
Fisicamente comprovado, a lei da inércia não se aplica apenas a objetos em movimento ou não, mas se aplica às pessoas, quanto mais vejo que as pessoas se encontram paradas sem fazer nada para mudar de situação, mais elas caem em um abismo de infelicidade e insatisfação com os seus negócios. Há menos de meses atrás quem estava completamente aplicada a lei da inércia era eu, vivi isso, sofri com isso mas também não fazia nada para mudar a situação que me encontrava.
Mudei, mas resolvi mudar muita coisa, inclusive de cidade, já que minha cidade não me trazia felicidade em nada, e digo isso desde as casas de shows com as mesmas coisas e as pessoas pensando e sendo inertes, quanto ao lado profissional.
Agora, feliz da vida, numa cidade nova, e maior onde a velocidade das coisas também é maior, ou seja, a inércia não chega nem perto. Em menos de um mês de correria para conseguir emprego e ver o melhor pra mim, estou melhor do que imaginava, em 1 emprego efetivo e 2 trabalhos autonomos, correndo na velocidade máxima com que minhas pernas e braços possam suportar.
Meu conselho é aquele que todo mundo já está careca de tanto saber: corra, mude, faça acontecer! Então, não fique com a lei da inércia, tudo só depende do teu movimento para começar a acontecer!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Foi o 20 de Setembro...
Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra
Trecho do Hino do Rio Grande do Sul que todo gaúcho que se preze sabe de cor e saltiado.
E nesse 20 de setembro, data da proclamação da Revolução Farroupilha deixo um post de homenagem ao meu estado que eu tanto amo, já fui em muito baile de CTG na minha vida, de astear a bandeira do Rio Grande do Sul como prenda de faixa, foi em um CTG onde cantei inclusive em grupos vocais e como solista vocal nossas musicas tradicionais e cantar com todo o pulmão nosso hino na Semana Farroupilha, semana da chama crioula, de truco, baile e trago.
Mas bem diferente de muitos anos atrás, hoje vou ouvir música gaúcha sim, mas rock gaúcho das bandas Cartolas, Pata de Elefante e Conjunto Bluegrass Porto-Alegresense na Redenção [que também é memorável parque portoalegrense que aparece na música "Amigo Punk" de Frank Jorge com a frase "atravessa a Oswaldo Aranha, entra no Parque Farroupilha"!].
Pra quem não ouvir, vale a pena, músicas que aprendemos desde pequenos com nossos pais, que escutamos nos churrascos de domingo e nos CTGs da vida, um resgate da cultura gaúcha através de uma nova roupagem, uma roupagem rock. Olha guri, vale a pena! Tchê, ficou tri legal! Lindo mesmo!
Rock de Galpão - Querência Amada
